Quem vai à praia do patacho busca mar clarinho, silêncio e aquele coqueiral sem fim. A dúvida é real: como ver as piscinas no melhor horário e onde ficar sem gastar além do necessário.
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O Patacho fica em Porto de Pedras (AL), pertinho de São Miguel dos Milagres. É uma praia de vibe tranquila, com poucas estruturas e foco na natureza.
Pra curtir sem pressa, entender a maré faz toda a diferença. E escolher bem a hospedagem define o orçamento e a experiência.
A seguir, um guia pé no chão: melhor época e maré, como chegar, piscinas, onde ficar e custos. Vem ver o que vale a pena.

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Se a ideia é mar azul, priorize meses de menos chuva: de setembro a março costuma render mais dias claros.
Entre maio e agosto chove mais e o mar pode turvar. Ainda rola curtir, mas com expectativa ajustada.
Vento costuma soprar mais entre agosto e novembro. Fora das piscinas, o mar mexe um pouco.
Alta temporada (Réveillon, verão e feriados) eleva preços e lotação. Na baixa, a vibe fica mais silenciosa.
Maré é o segredo. Para piscinas, busque maré mínima até 0,4 m e planeje seu horário.
- Janela boa: 1–2 h antes e 1–2 h após a maré mínima.
- Luas cheia/nova: amplitude maior, piscinas mais marcadas.
- Crescente/minguante: maré sobe menos, janelas mais longas.
- Como checar: use a Tábua de Marés da Marinha e apps confiáveis.
Dica: verifique maré para Porto de Pedras/Maragogi como referência e ajuste o relógio do seu passeio.
Para comparar a sazonalidade regional, vale ver a melhor época em Milagres.
Como chegar e balsa do Rio Manguaba
O acesso é pela AL‑101 Norte até Porto de Pedras. A partir dali, entradas de areia levam ao coqueiral.
De Maceió, calcule 2h–2h30 de carro. De Recife, 3h–3h30, via PE‑060 e AL‑101.
Vindo de Maragogi/Japaratinga, há a balsa do Rio Manguaba. A travessia dura ~10–15 min.
A balsa opera ao longo do dia e pode ter fila em feriados. A tarifa por carro costuma ficar entre R$ 30 e R$ 50.
Estradas finais são de barro/areia. Vá devagar, especialmente após chuva.
Há estacionamentos simples próximos aos acessos, geralmente pagos (R$ 10–30). Leve dinheiro vivo.
Sem carro? Transfers e táxis funcionam melhor. Para rotas, veja também como chegar em São Miguel dos Milagres.
Piscinas naturais da praia do patacho
As jangadas saem na maré certa e levam até os arrecifes. É o ponto alto para quem quer relaxar e ver peixinhos.
Em patacho piscinas naturais, o passeio dura 1h30–2h e depende da maré do dia.
Quanto custa? Em grupo, espere R$ 60–120 por pessoa. Privativo costuma sair por R$ 200–400 o casal.
Reserve com antecedência na praia ou com a pousada. Pagamento muitas vezes é em dinheiro.
Horário ideal: chegue 30–40 min antes da maré mínima. A transparência melhora nesse pico.
Leve snorkel, protetor biodegradável e evite pisar nos corais. É frágil e faz parte da APA.
Regra de ouro: colete salva-vidas para todos, especialmente crianças. Fora do pico de baixa, a correnteza aumenta.
Quer comparar experiências na região? Veja as piscinas naturais de Milagres.
Onde ficar no Patacho (por vibe e preço)
Na beira da areia, as pousadas de charme entregam silêncio, serviço caprichado e visual de cartão-postal.
Vibe rústico‑chic, ideal para casal e quem quer desacelerar. Na alta, a diária pode passar de R$ 1.500.
No vilarejo de Porto de Pedras e em Tatuamunha, há pousadas confortáveis por R$ 250–600.
São bases ótimas para curtir a praia de dia e gastar menos. Dá para ir e voltar rapidinho.
Se o bolso apertar, onde ficar patacho vira “ficar por perto”. Resolve bem e mantém a vibe leve.
Para alternativas e bairros, veja onde ficar em São Miguel dos Milagres e dicas de pousadas baratas.
Quer pesquisar por datas? Compare opções em Porto de Pedras no Booking.
O que fazer, custos e segurança
A graça do Patacho é caminhar sob o coqueiral, curtir as horas de maré baixa e ficar sem pressa.
Dá para pedalar na areia dura, tirar fotos com as jangadas e ver o pôr do sol com céu alaranjado.
Nos arredores, o passeio do peixe‑boi em Tatuamunha é encantador e controlado. Reserve com antecedência.
Para variar o roteiro, inclua a Praia do Toque e decida entre Milagres ou Maragogi.
- Jangada: R$ 60–120 p/p; privativo R$ 200–400 casal.
- Day‑use pousadas: R$ 100–300 consumíveis, varia por época.
- Refeições: R$ 40–80 p/p em restaurantes simples; mais em pousadas charmosas.
- Estacionamento: R$ 10–30 por dia.
Estrutura é mínima. Leve água, lanche, chapéu e protetor. Pouca sombra natural fora do coqueiro.
Sinal de celular oscila e nem todo lugar aceita cartão. Dinheiro vivo ajuda.
Praia tranquila, mas atenção aos pertences. Nas piscinas, mar calmo; fora do pico de baixa, respeite a correnteza.
O Patacho integra a APA Costa dos Corais. Siga as regras: nada de som alto, lanchas na arrebentação ou cães na areia.
Para saber mais, veja o site do ICMBio da APA Costa dos Corais.
Em resumo: se busca mar bonito, silêncio e boa hospedagem, a praia do patacho vale a pena. Só alinhe sua visita à maré baixa.
Salve este guia, chegue com calma e planeje as piscinas pelo relógio da maré. Sua viagem ganha em cor e sossego.
Perguntas Frequentes
Vale a pena ir à praia do patacho pelas piscinas naturais?
Vale, especialmente com maré mínima até 0,4 m. A água fica rasa e clara, com peixinhos e jangadas compondo a cena.
Qual a melhor maré?
Baixa bem baixa. Planeje 1–2 h antes e depois do pico. Em lua cheia/nova, as piscinas ficam mais definidas.
Quanto custa o passeio de jangada?
Em grupo, R$ 60–120 p/p. Privativo costuma ir de R$ 200–400 o casal, variando por data e demanda.
Onde ficar no Patacho gastando menos?
Durma em Porto de Pedras ou Tatuamunha e curta o Patacho de dia. As diárias costumam ser mais amigáveis.
Dá para ir sem carro?
Sim, com transfer/táxi. App funciona pouco. No local, combine traslados com a pousada.
É seguro para crianças?
Na maré baixa, sim, com supervisão e colete. Fora desse horário, o mar ganha correnteza.
Tem quiosques e música alta?
A proposta é tranquila. Regras locais desestimulam som alto e lanchas na faixa de banho.
Quantos dias ficar?
De 2 a 3 noites funcionam bem. Assim você casa a maré com um dia de jangada e outro de descanso.
Quando chove mais?
Geralmente de maio a agosto. Entre setembro e março o tempo tende a ser mais firme.
É melhor que Maragogi?
É outra vibe. Patacho é mais silencioso e com menos estrutura. Compare com Milagres ou Maragogi e veja o que combina mais com você.
Fontes consultadas
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– Praia do Patacho – O que saber antes de ir (ATUALIZADO …tripadvisor.com.br
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– Praia do Patacho | Fotos, dicas, passeios e como chegarjaparatingaresort.com.br
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– Esta praia secreta desbanca todas as outras e vira mais …diariodolitoral.com.br
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– As 2 praias menos conhecidas do Nordeste que …correiobraziliense.com.br
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– Praia do Patacho: O que fazer, Onde ficar, Quando irdicasdeviagem.com
Sobre o autor
Sou Isaac, criador do BR24. Aqui compartilho dicas reais pra você viajar melhor pelo Brasil.
