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Praia do Patacho: guia completo da famosa praia de águas cristalinas

Quem vai à praia do patacho busca mar clarinho, silêncio e aquele coqueiral sem fim. A dúvida é real: como ver as piscinas no melhor horário e onde ficar sem gastar além do necessário.

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O Patacho fica em Porto de Pedras (AL), pertinho de São Miguel dos Milagres. É uma praia de vibe tranquila, com poucas estruturas e foco na natureza.

Pra curtir sem pressa, entender a maré faz toda a diferença. E escolher bem a hospedagem define o orçamento e a experiência.

A seguir, um guia pé no chão: melhor época e maré, como chegar, piscinas, onde ficar e custos. Vem ver o que vale a pena.

👨‍👩‍👧 Família: trecho central na maré baixa; piscinas rasas e mar parado
🎉 Agito: day-use de pousadas pé na areia; movimento moderado
🌴 Natureza: extremidades sentido Lages; coqueiral longo e silêncio
🌊 Mar/água: melhor 1h antes e 1h após a maré mínima (≤0,4 m)
🍹 Estrutura: acessos com estacionamento simples; leve dinheiro vivo
📸 Fotos/vista: jangadas nas piscinas e luz do fim de tarde no coqueiral

🎥 Vídeo por @YouTube

Melhor época, clima e maré

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Se a ideia é mar azul, priorize meses de menos chuva: de setembro a março costuma render mais dias claros.

Entre maio e agosto chove mais e o mar pode turvar. Ainda rola curtir, mas com expectativa ajustada.

Vento costuma soprar mais entre agosto e novembro. Fora das piscinas, o mar mexe um pouco.

Alta temporada (Réveillon, verão e feriados) eleva preços e lotação. Na baixa, a vibe fica mais silenciosa.

Maré é o segredo. Para piscinas, busque maré mínima até 0,4 m e planeje seu horário.

  • Janela boa: 1–2 h antes e 1–2 h após a maré mínima.
  • Luas cheia/nova: amplitude maior, piscinas mais marcadas.
  • Crescente/minguante: maré sobe menos, janelas mais longas.
  • Como checar: use a Tábua de Marés da Marinha e apps confiáveis.

Dica: verifique maré para Porto de Pedras/Maragogi como referência e ajuste o relógio do seu passeio.

Para comparar a sazonalidade regional, vale ver a melhor época em Milagres.

Como chegar e balsa do Rio Manguaba

O acesso é pela AL‑101 Norte até Porto de Pedras. A partir dali, entradas de areia levam ao coqueiral.

De Maceió, calcule 2h–2h30 de carro. De Recife, 3h–3h30, via PE‑060 e AL‑101.

Vindo de Maragogi/Japaratinga, há a balsa do Rio Manguaba. A travessia dura ~10–15 min.

A balsa opera ao longo do dia e pode ter fila em feriados. A tarifa por carro costuma ficar entre R$ 30 e R$ 50.

Estradas finais são de barro/areia. Vá devagar, especialmente após chuva.

Há estacionamentos simples próximos aos acessos, geralmente pagos (R$ 10–30). Leve dinheiro vivo.

Sem carro? Transfers e táxis funcionam melhor. Para rotas, veja também como chegar em São Miguel dos Milagres.

Piscinas naturais da praia do patacho

As jangadas saem na maré certa e levam até os arrecifes. É o ponto alto para quem quer relaxar e ver peixinhos.

Em patacho piscinas naturais, o passeio dura 1h30–2h e depende da maré do dia.

Quanto custa? Em grupo, espere R$ 60–120 por pessoa. Privativo costuma sair por R$ 200–400 o casal.

Reserve com antecedência na praia ou com a pousada. Pagamento muitas vezes é em dinheiro.

Horário ideal: chegue 30–40 min antes da maré mínima. A transparência melhora nesse pico.

Leve snorkel, protetor biodegradável e evite pisar nos corais. É frágil e faz parte da APA.

Regra de ouro: colete salva-vidas para todos, especialmente crianças. Fora do pico de baixa, a correnteza aumenta.

Quer comparar experiências na região? Veja as piscinas naturais de Milagres.

Onde ficar no Patacho (por vibe e preço)

Na beira da areia, as pousadas de charme entregam silêncio, serviço caprichado e visual de cartão-postal.

Vibe rústico‑chic, ideal para casal e quem quer desacelerar. Na alta, a diária pode passar de R$ 1.500.

No vilarejo de Porto de Pedras e em Tatuamunha, há pousadas confortáveis por R$ 250–600.

São bases ótimas para curtir a praia de dia e gastar menos. Dá para ir e voltar rapidinho.

Se o bolso apertar, onde ficar patacho vira “ficar por perto”. Resolve bem e mantém a vibe leve.

Para alternativas e bairros, veja onde ficar em São Miguel dos Milagres e dicas de pousadas baratas.

Quer pesquisar por datas? Compare opções em Porto de Pedras no Booking.

O que fazer, custos e segurança

A graça do Patacho é caminhar sob o coqueiral, curtir as horas de maré baixa e ficar sem pressa.

Dá para pedalar na areia dura, tirar fotos com as jangadas e ver o pôr do sol com céu alaranjado.

Nos arredores, o passeio do peixe‑boi em Tatuamunha é encantador e controlado. Reserve com antecedência.

Para variar o roteiro, inclua a Praia do Toque e decida entre Milagres ou Maragogi.

  • Jangada: R$ 60–120 p/p; privativo R$ 200–400 casal.
  • Day‑use pousadas: R$ 100–300 consumíveis, varia por época.
  • Refeições: R$ 40–80 p/p em restaurantes simples; mais em pousadas charmosas.
  • Estacionamento: R$ 10–30 por dia.

Estrutura é mínima. Leve água, lanche, chapéu e protetor. Pouca sombra natural fora do coqueiro.

Sinal de celular oscila e nem todo lugar aceita cartão. Dinheiro vivo ajuda.

Praia tranquila, mas atenção aos pertences. Nas piscinas, mar calmo; fora do pico de baixa, respeite a correnteza.

O Patacho integra a APA Costa dos Corais. Siga as regras: nada de som alto, lanchas na arrebentação ou cães na areia.

Para saber mais, veja o site do ICMBio da APA Costa dos Corais.

Em resumo: se busca mar bonito, silêncio e boa hospedagem, a praia do patacho vale a pena. Só alinhe sua visita à maré baixa.

Salve este guia, chegue com calma e planeje as piscinas pelo relógio da maré. Sua viagem ganha em cor e sossego.

Perguntas Frequentes

Vale a pena ir à praia do patacho pelas piscinas naturais?

Vale, especialmente com maré mínima até 0,4 m. A água fica rasa e clara, com peixinhos e jangadas compondo a cena.

Qual a melhor maré?

Baixa bem baixa. Planeje 1–2 h antes e depois do pico. Em lua cheia/nova, as piscinas ficam mais definidas.

Quanto custa o passeio de jangada?

Em grupo, R$ 60–120 p/p. Privativo costuma ir de R$ 200–400 o casal, variando por data e demanda.

Onde ficar no Patacho gastando menos?

Durma em Porto de Pedras ou Tatuamunha e curta o Patacho de dia. As diárias costumam ser mais amigáveis.

Dá para ir sem carro?

Sim, com transfer/táxi. App funciona pouco. No local, combine traslados com a pousada.

É seguro para crianças?

Na maré baixa, sim, com supervisão e colete. Fora desse horário, o mar ganha correnteza.

Tem quiosques e música alta?

A proposta é tranquila. Regras locais desestimulam som alto e lanchas na faixa de banho.

Quantos dias ficar?

De 2 a 3 noites funcionam bem. Assim você casa a maré com um dia de jangada e outro de descanso.

Quando chove mais?

Geralmente de maio a agosto. Entre setembro e março o tempo tende a ser mais firme.

É melhor que Maragogi?

É outra vibe. Patacho é mais silencioso e com menos estrutura. Compare com Milagres ou Maragogi e veja o que combina mais com você.


Fontes consultadas

Atualizado em 11/12/2025

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